PRÓ-MEMÓRIA DO ALMOÇO CONVÍVIO NO RESTAURANTE BERRIO -
PAREDE
PROVAS DE MAR PROVAS DE VIDA SER
MARINHEIRO NÃO É PARA TODOS.
Provas superadas, juramento de voz
contida não vá o arrependimento toldar a nobreza do ato, OS LUSÍADAS e a espada
simbolizando a coragem, lealdade e poder, ouvide agora senhores uma história de
pasmar!
Sessenta e dois anos decorridos,
caminhos que a memória registou, o portaló que se vence em afronta ao símbolo
que nos distingue, exige honras, exige rigor no gesto, gesto que, repetido à
saciedade, é igual...anos idos!
Não se equivoquem, o canto da
sereia que vos propomos como regozijo do tempo perdido, não tem por génese
deusa grega, tem o amigo Manel que, a bordo de um berrio qualquer, sito na
Parede que o viu crescer, a Sudoeste aproado, vai desafiar a degustação dos intrépidos
HC's com Neptuno a seu crédito.
Entre fortificações que em tempos
idos os corsários dispersaram, o Berrio, escolha sem mácula, irá dar aos capeleanos
o contexto e o pretexto para, entre famílias, o passado, por Neptuno
sancionado, entre mesas viaje.
Meus amigos, se aos corsários
ingleses e holandeses a barreira deu vaia, aos HC's e suas Penélopes, trilogia
com história convivendo, eis o protocolo que nos põe a jeito, para mais um DIA
DO HC.
Em fuga do Iron Man, ao Halloween,
doçura ou travessura, o dilema se constrói, se importa, pois de nosso pouco
tem, os rumos convergem e os encontros queimam saudades, nossa entoação,
porventura a Camões devida.
Tesoureiro sem cofre, contabilista
sem Excel, a cobrança prévia realizava sem espada, sem poder, pois a
espada, ao bolo estampada dava relevo! Ao cadete mais antigo, o Vairinhos,
confiado o corte, corte generoso, cálculo indevido! O algoritmo o mestre
relaxou, e a faca aos da casa confiou...
Já o espumante rompia com a
pacatez de restaurante em hora de fecho, eis que, ordem unida, foto de família,
planos difíceis!
Doçura ou travessura, pois ao doce
de ovos que o bolo recheava, a artilharia soou e os tiros enquadrou!
Enfim, o Sol, esse abundante
recurso que a todos serve, sem cobrança, já se esconde lembrando que o Outono,
escondido, por aí anda.
ATÉ 2027, E FAÇAM POR CUMPRIR!
João Sadler Simões