Navegar à vista, navegação segundo
referências, naturais ou artificiais, é um ato solitário pelos marinheiros
vivido quando, na ponte, um objetivo previamente traçado pretendem alcançar.
Navegar à vista, rotina traçada
agenda marcada, é um ato solitário pelos velhos marinheiros assumido para,
encontrar os votos de amizade, encontrar escada, sem costas quebradas, quanto
muito alquebradas! É que muitos foram os anos vividos, muitas foram as rotas
batidas, de sudoeste ou noroeste, corrente dominante de águas próximas.
Dez tertúlias, tantos quanto os
convivas reservados, mesa redonda, memória dos que nos deixaram, staff
diligente até ao ritual da foto de família, último ato de seriado servido em
temporadas anuais.
Das análises mais ou menos
apaixonadas aos sorrisos irónicos, a ordem interna prevalece, já que a presença
de alguém da casa que servimos na corrida presidencial agita, tal como os
agitados tempos da escola que nos formou, a naval pois claro.
S. Silvestre, Dezembro recordado,
a folia que o mesmo oferece, entre os pares HC, os eborenses desafiam, pois de
vestes a rigor, o estômago, esse órgão que tão justas preocupações nos dá,
excita o pensamento. Será que a restauração dá resposta à gula que nos domina?
Até para o ano amigos e que, de
vento em poupa, o NE SAGRES seja o óbvio...seja o sonho realizado!
João Sadler Simões

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