Na rota de quem tudo nos deu para
a construção da identidade de todos e de cada um de nós, entre continentes, a
barca Sagres, ruma às Bermudas dando ao futuro novos quadros. Sonhos de uma
vida generosa, tão generosa quanto o vinho, em barrica contido, conta apurar em
estágio tão raro.
Adaptação ao mar, homens e mostos,
marinheiros e moscatel, talvez a experiência seja inolvidável, talvez a
experiência lhes adoce a vida, aos cadetes para servir a pátria, ao Favaios
2010, requintar a gastronomia nacional, projetar o país além-fronteiras!
De S. Pedro do Sul regressados,
corpo e mente refeitos/regenerados, a Tertúlia é apelo a balanço, balanço das
marcações adiadas, das consultas de rotina! Enfim medicina preventiva em alta,
sete magníficos restaram, soada de Verão, mesa redonda, lagareiro de degustação
preferencial, aos marinheiros rodados na dura vida do mar, a fuga para a Sala
D. Luís, foi pretexto para o café e digestivos, estes logo erguidos celebrando
a entrada do octogenário Manel em tão sensível década, a da idade do Condor!
Se de lambreta o Pires Coelho
aborda a ADM, os GTHC, sentados no 1975, derivam pela Estefânia ao sabor do Táxi
assim identificado. Já a linha era percorrida a compasso CP, quando rapper em
português do Brasil deixou esteira e, do senhor do bigode de andorinha e
barriga de cerveja ao empresário de sucesso, passando pela sabedoria aos
cabelos brancos associada, os corações tocou, os trocos soltou. Boa sorte amigo
rapper!
Tocando a todos, pelo exemplo que
representa, o Topê, vê o futuro entre o sonho e a realidade, realidade que,
sulcando os mares ao comando dos netos, vai por certo dar sentido a sonho
antigo. Boa onda amigo.
Enfim, santos populares, essa
expressão do desafio popular, é cenário da próxima tertúlia, talvez acolhendo
gerações cruzando emoções. Até lá no dia 23 de Junho.
João Sadler Simões

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