segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

MONSENHOR FERREIRA DE MELO

 

Conforme amplamente divulgado, a Missa de homenagem ao Capelão Melo será celebrada no próximo dia 30 de Janeiro, pelas 12.00h, na Capela de S. Roque (Marinha).



terça-feira, 14 de janeiro de 2025

RECORDANDO O 50º ANIVERSÁRIO DO CURSO

O Comte Nunes Ferreira (pai) fez-nos chegar esta fotografia do Comte Nunes Ferreira (filho) que comprova o bom estado em que se encontra a placa evocativa, de homenagem ao nosso patrono, que o Curso descerrou na Rua Hermenegildo Capelo, em Palmela, com a presença de autoridades concelhias.
O GT HagaCê


                                       





quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

ENCERRAMENTO DAS COMEMORAÇÕES DO SEXAGÉSIMO ANIVERSÁRIO DO CURSO

 PRÓ-MEMÓRIA DO RÉVEILLON 2024-25

Pós-modernistas, porto de abrigo apetrechado para escalas técnicas, reabastecimento e descanso de guarnições, Figueira da Foz, margem norte do Mondego, eis o Vila Galé, rota batida para nau com provas dadas, pois em igual contexto, na foz do Alcabrichel, o destino de então ficou para a história HC, ocorria então o arranque das comemorações HC60. Igual guarnição, fadiga acumulada, bom porto se recomendava para o merecido descanso, em técnica de recuperação ativa! Do Vimeiro à Figueira, do Alcabrichel ao Mondego, do Golf Mar ao Vila Galé, eis o momento para à história dar contexto, dar cabal notoriedade às comemorações, pois com 2025 outra década se abre,  a contexto virá, pois pretexto foi para o Alvarrinho trilhar seus momentos de exaltação, com 2034 no horizonte! Então se apropriava da velhice e, caricatura a preceito, encantava os presentes, e transportava-os para um estado, o estado da senilidade consciente, por vezes inconsciente! Era o mundo a que pertencíamos, sem o acreditar!
Manda a tradição, e esta entre gerações se perpétua, aos romanos e por decreto de César, a entrada no novo ano ocorre de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro, e, claro, dando campo a diversas práticas supersticiosas, algumas ao tempo resistiram e, hoje, soam a descrédito!
Quem não come 12 passas, invocando desejos?;
Quem não sobe escadas?;
Pular sete ondas (e ao mar tudo deve!);
Tudo é pretexto para acreditar que, às práticas o desejo se cumpre, a vida melhora!
Senhor das tempestades, temido pelos marinheiros, Poséidon, talvez conste das superstições comuns aos marinheiros. Será de Poséidon a afronta do buraco do ozono? Aos políticos, senhores da guerra, talvez esta seja a causa inumana, seja o aliviar de consciências. 
Arribar a bom porto, escala técnica ou não, reabastecer é preciso e dar à guarnição o merecido descanso, é o que os velhos marinheiros muito treinaram após exercício em formação desenhado. Ai Marinha, quem não se batia por exigente Stanavforlant?
Nato ou Galé, o momento é vivido com igual entrega e, da refrega...o corpo é que paga!
Entre festas medeia além do regresso às origens (Escola Naval), o reconhecimento do vértice científico que pautou o empenho do nosso patrono. Valências diversas ficaram associadas à expedição científica à Serra da Estrela, expedição de relevância inquestionável, então no combate à tuberculose, agora no combate à desertificação pelo fogo, então pelo ambiente saudável, agora pelo ambiente economicamente rentável, então sanatório agora hotel estrelado, enfim, indiferentes à ambiguidade das soluções, rumámos a Vila Ruiva, derivamos para o Sabugal, sentimos a Guarda, pico das cidades, capital de distrito. 
A estrela que nos segue, azimutada para que o rigor da estima fosse confrontada, por vezes associada ao destino, é insondável e nós, certos e conformados, continuaremos a dar expressão à evidência, isto é, viver é rejeitar a indiferença!
Nó górdio desfeito, charrete em respaldo a preceito, quis o destino, areal sem fim, que a Rainha das Praias e a obra-prima de Inácio Peres, constituíssem abrigo perfeito para o HC encerrar as comemorações dos 60 anos. Janela ou varandim, oeste ou leste, acolhimento perfeito, tão perfeito quanto o Pub do Aires, pois, mesmo comendo sem dar conta, muito sobrou!
Dar conta da beleza natural da Figueira da Foz, foi propósito de curto passeio pela marginal, desde logo entrecortado pela busca incessante do local para o almoço, pois comer sem dar conta, para os octogenários, não é vida não é destino! Caçarola, a segunda, foi destino, destino bem assessorado, pois com o casino por diante, a melhor sorte seria procurada se a Caçarola deixasse calote, deixasse penúria. Terra de peixe fresco, não é de estranhar ter como protagonista, pois então, farta cabeça de peixe que, embora rodeada de três predadores, lá foi resistindo e, contas feitas, retemperar é preciso, pois o réveillon está à porta, e muitos são aqueles que, por este mundo fora já o viveram!
"Peace&Love", mesa única, pois repartir o sentimento é descontar na amizade, traje a rigor, adereços ajustados à ocasião, sons ajustados ao tema, shaker de sons em mesa de mistura! Talvez a dor do crescimento lateral sossegue e os votos que a meia-noite exige, talvez o balanço tolde a emoção, não estamos no casino da Figueira, não temos a Golden Orchestra, nem Wanda e Eva Stuart, estamos com os Abba ou Elba Ramalho, "Take a chance on me" ou " Bate bate coração", e na pista batia bem à procura de uma chance! 
Aos VELHOS MARINHEIROS, com sessenta anos de maturação em águas de Neptuno e com especial estagiamento em cascos de aço e convés de madeira com 87 anos de pousio, tantos quanto o casco da Barca Sagres, restavam os movimentos de compensação, à vaga de outros tempos. Se os ritmos tardaram em ter reflexo, o mesmo não se dirá da requintada ementa onde, a lagosta que serenamente tomou conta dos palatos não deixou ninguém indiferente, pois, decorria o ano 1966, e a lagosta tomou conta do rancho, então no porto do Mindelo, então competia com o bacalhau e outros integrantes da tabela de rações. Enfim, grandes recordações, grande experiência! Grande experiência que, nem a ternura de novilho distraiu.
Já a margarida da paz reinava quando, as rolhas saltaram os copos formaram, o espumante foi rei, até porque, quis o destino que, a Foz do Mondego, palco do fogo-de-artifício, soasse e brilhasse, deixando aos tertulianos HC+P outros focos outras atenções e estas, com o coração em alta e Peace&Love! 
ESTAMOS EM 2025, E ESTE, É CAMINHO PARA O HC70.
ATÉ LÁ E...BOA VIAGEM.
João Sadler Simões



quarta-feira, 1 de janeiro de 2025

ANIVERSÁRIO DO BLOGUE

 

Comemoramos hoje o décimo quarto aniversário do nosso Blogue.
Com pouca participação dos HC vai-se mantendo vivo à custa da publicação de notícias sobre o Dia do Curso, tertúlias mensais no CMN, passeios anuais, aniversariantes, alguns assuntos que dizem respeito ao curso e, sempre que possível, fotografias destes eventos.
Não podemos deixar de assinalar as excelentes crónicas do João Sadler Simões, que muito justificam o interesse que os visitantes encontram no Blogue.
Para memória futura podemos dizer que nos catorze anos de vida tivemos perto de 1200 mensagens postadas e 163200 visitas.
À família HagaCê e a todos os que nos visitam os nossos votos de Bom Ano, vento bonançoso, mar de feição e que nos vamos vendo, o que é bom sinal!
O GT HagaCê

domingo, 29 de dezembro de 2024

EVENTOS DE JANEIRO

Encontro mensal no CMN na terça-feira, dia 28. Rendez-vous pelas 12.15h, seguido de almoço pelas 13.00h. Após o almoço, pelas 14.15h, realizar-se-á reunião final HC-60.

Aniversários:

06  (1946)  Manuel de MATOS VITORINO
16  (1947)  João Manuel GOMES DE OLIVEIRA
16  (1944)  Francisco SILVA PASSOS
21  (1944)  José RODRIGUES RICA
30  (1947)  Nuno Manuel CASTRO BARBIERI 
Aos aniversariantes enviamos forte abraço, votos de um dia muito feliz e boa saúde.

Também nascidos neste mês, homenageamos e lembramos com saudade:

05  (1947)  Eduardo Manuel LIMA SANTOS, falecido em 09MAI2014
12  (1946)  José Manuel BRAZ- GOMES, falecido em 05OUT2015
16  (1945)   Alexandre JOSÉ SANTOS, falecido em data desconhecida
24  (1947)   Norberto CORDEIRO VENTURA, falecido em 13ABR2005

O GT HagaCê

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

CONVÍVIO DO NATAL

 
Por toques marcado, ao corpo de alunos é dado ritmo é dado sentido de responsabilidade que, quando esquecida, as culpas e castigos dão caminho aos desalinhados,  quer  em formatura quer em preceitos disciplinadores. Ordem unida, ao sabor da consciência,  abalada ou não, aos demais fica notado! Talvez pelo Natal o perdão se faça notar, e então, coberta ecoada coberta ausente o clarim em afinação, pois a sua plateia à casa voltou, para, outro ano, calendário ajustado, às obrigações apele. Estamos em época de exaltação de sentimentos tão puros e genuínos quanto a vontade humana, basta crer. Monoteísta ou não, com Cristo ou Alá, com a Bíblia ou o Alcorão, a presença, para todos igual, de local de culto, igreja ou mesquita, aos pecados remissão conceda.
O CMN, de sagrado pouco tem, e o culto ou quase, que por ali se sente, vive de crença, vive de figurante, deus ou patrono, é respeitado e, da sua história se retira inspiração se retira o centro que, beneficiando de força centrípeta, congrega, junta, faz do altar ou da mesa, espaço de veneração!
Doze discípulos e seu mestre, oito HC's e seu leader, refeição, fonte de inspiração, eis a última ceia eis a ultima tertúlia, a que não faltou a foto, com ou sem moldura, onde não faltou a moldura, para ao blog associar. Quem não tem em memória o quadro da última ceia exposto em casa dos avós?
Sentimentos em local comum, as sensibilidades de igual modo tratar, só no CMN, só a troco da crença, só a troco da amizade. O pão, por todos repartido, e se faltar, aos necessitados multiplicado, é essência é vida, tal como o vinho é sangue, é circulação é continuidade! Vamos prosseguir e, embora pouco crentes, a esperança não vai faltar embora ao homem caiba mostrar, caiba à consciência dar ouvidos.
Crentes, em redor de Jesus se agitam pois, de traição se fala, sentimento que, se na última ceia não há quem duvide, na tertúlia, se traição existe, a cruz, essa, hoje exaltada, fica desocupada, pois os pecados a que ninguém resiste, sendo correntes, se para trair derem nada se sabe. Histórias sim, não faltam, e essas, verdadeiras ou falsas, a calvário dispensam e aos narradores, subir à cruz, só se pelo Restelo rumarem, pois por ali, a cruz não é pequena, é voltar a ser grande, o quarto em tempo ocupado. Leonardo ou Carlos, com telas ou telemóveis, a fama e curiosidade não sendo a mesma, fazem de quem acredita seu sucesso.
Dez tertúlias, as de 2024, em sobressalto viveram, pois contas feitas, sendo de dez a reserva, os mínimos quase ficam por cumprir  pela idade ou fadiga, o diálogo, esse não falta, até porque, ano que finda, sendo de má memória, pesa deixa dano, tarda em esquecer! Entre conflitos, por agora regionais, o futuro é uma incógnita, como incógnito é o arrendatário do palácio de Belém, cujo contrato, com data de denúncia para 2026, será então assinado e por cinco anos. 
O último almoço de 2024 foi repartido por oito HC's que, entre carne e peixe fizeram escolha, sendo comum a tradicional sopa de legumes, vértice de dieta, a mediterrânica, hoje recomendada. Enfim, que a CEIA DE NATAL a todos sirva para, em família, deixar uma mensagem de PAZ!
João Sadler Simões


segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

CONVÍVIO DE DEZEMBRO

 

Conforme recentemente divulgado, o convívio mensal de dezembro terá lugar  amanhã, terça-feira, dia 17, no Clube Militar Naval. 
Rendez-vous pelas 12.15h e almoço às 13.00h.
Pelas 14.15h, reunião HC60.
Saudações capeleanas,

O GT HagaCê